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Colaboração Corporativa

Num artigo do "caderno" CIO da IDG News, por Lisa Banks, foram apresentadas as idéias de um importante analista, Steve Hodgkinson, sobre a utilização da colaboração no ambiente corporativo.
Ele coloca idéias bastante interessantes mas parece também se confundir um pouco com o assunto, pois uma coisa é a web 2.0 e suas redes sociais, outra coisa é a real possibilidade de colaboração corporativa através de práticas aprendidas nas redes sociais. Isto é, não me parece que abrir um Facebook ou Twitter para os colaboradores utilizarem na empresa seja algo colaborativo. O conceito de colaboração corporativa é muito mais amplo!
Entendo como colaboração corporativa o fato de conseguirmos fazer com que as pessoas gestionem projetos colaborativamente, executem processos conjuntamente, perguntem e respondam sobre coisas corporativas, apoiem-se e potencializem-se conjunta e dinamicamente.
Colaboração corporativa é trazer a lógica colaborativa que aprendemos com a Internet 2.0, com as redes sociais, para os sistemas internos das empresas. É tornar o trabalho mais agradável, mais interativo, mais humano, mais inteligênte e mais "de todos".
Isto é possível e nem é tão difícil.

Leia o artigo, abaixo, na íntegra:

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Durante uma apresentação mundial para CIOs, realizada na Austrália, Steve Hodgkinson, analista do instituto de pesquisas Ovum, criticou a postura dos gestores de TI em relação ao tratamento que tem sido dado às ferramentas de Web 2.0 nas empresas.
Para o especialista, o CIO erra quando trata esses ambientes apenas como uma forma de atrair e atender jovens profissionais, em vez de analisar o impacto que as ferramentas colaborativas da internet terão no ambiente de trabalho. Segundo ele, a Web 2.0 tem servido para integrar as pessoas e as organizações e tende a mudar as formas de trabalho.
"Muitos argumentos em relação à Web 2.0 estão centrados na ideia de atender a uma nova geração que entra no ambiente de trabalho, mas não é isso. Um dos mitos é que isso representa uma ‘coisa para as pessoas jovens’, o que não é verdade", destacou Hodgkinson. "O que se observa é que o melhor uso da tecnologia tem sido feito pelas pessoas mais velhas."
O especialista alerta que os funcionários devem ser treinados para ferramentas da Web 2.0, como Twitter e Facebook, para que a adoção em massa possa acontecer. “A maior mágica da Web 2.0 é que os internautas descobrem coisas novas por acidente. E as pessoas se enganam ao pensar que a equipe não precisa de treino para utilizar essas aplicações", pontuou o analista.
Segundo ele, quando os profissionais não são capacitados a tendência é que apenas 1% contribua ativamente com as ferramentas colaborativas, enquanto que 90% nem conseguem entender a dinâmica da Web 2.0.
"É tudo sobre padrões de comportamento. Utilizar essas tecnologias significa que as pessoas terão de mudar a forma como trabalham e a natureza da colaboração", ressaltou Hodgkinson. Na visão dele, o melhor caminho para estimular o uso adequado das ferramentas colaborativas é ter algo que motive os funcionários a utilizar esse tipo de solução regularmente.
Outro conselho do analista é que os CIOs não busquem o ROI (retorno sobre investimento) das ferramentas colaborativas. Em vez disso, devem basear seus projetos nos benefícios que podem ser obtidos com a colaboração entre os profissionais.
 
(Lisa Banks)
(leia o artigo original aqui)